Regresso às Aulas: O Que Comprar Bem
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Regresso às Aulas: O Que Comprar Bem

Metade da lista de material escolar deve ser comprada ao mais barato e a outra metade não. Saber qual é qual poupa dinheiro e evita comprar tudo outra vez em Janeiro.

Neste artigo

Todos os anos, no fim de Agosto, entra na loja um pai ou uma mãe com uma lista de material escolar e uma expressão de quem já foi a três sítios.

E todos os anos digo mais ou menos a mesma coisa: metade dessa lista deve ser comprada ao mais barato, e a outra metade não. Saber qual é qual poupa dinheiro e evita comprar as mesmas coisas outra vez em Janeiro.

O que vai aprender neste artigo
  • O que comprar barato e o que comprar bem
  • Material que sobrevive a um ano lectivo inteiro
  • Cadernos para tirar apontamentos a sério
  • O que os estudantes universitários usam mesmo

O que comprar barato e o que não

Compre barato: cadernos de rascunho, canetas que vão ser emprestadas e não voltam, lápis de cor para uso ocasional, blocos A4 pautados para exercícios. São consumíveis e vão desaparecer. Gastar aqui é dinheiro perdido.

Compre bem: o caderno principal de apontamentos, o estojo, a lapiseira, e a tesoura se for para casa. São objectos que se usam todos os dias durante anos e onde a diferença de qualidade se sente de facto.

A regra do que não volta Se o objecto vai andar emprestado pela turma, compre o mais barato. Se fica sempre com a mesma pessoa, compre o melhor que o orçamento permitir. É a distinção mais útil que existe numa lista de material escolar.

O caderno de apontamentos

É a peça onde vale mesmo a pena. Um estudante escreve nele todos os dias durante um ano e vai reler antes de exames.

Três requisitos: muitas páginas, papel que não sangre com a caneta que usa, e um formato que funcione numa mesa apertada.

O KOKUYO Soft Ring A5 Dot Grid (€12,00) é o que mais recomendo para estudo. A espiral macia deixa dobrar o caderno completamente para trás, o que resolve escrever numa mesa de anfiteatro, e o dot grid serve texto e diagramas sem obrigar a escolher.

Para quem prefere caderno cosido e escreve muito, o MD Notebook A5 quadriculado (€18,00) com a capa transparente (€6,00) aguenta o ano inteiro dentro de uma mochila.

Com que escrever

Para apontamentos rápidos em aula, uma lapiseira ganha à esferográfica: apaga-se, não falha, e não obriga a riscar.

A KOKUYO Enpitsu Sharp 0,5 mm (€4,00) é a escolha por defeito. Para quem escreve com pressão e parte minas constantemente, a 0,9 mm (€6,00) resolve o problema de vez.

Minas de reserva são obrigatórias: 0,9 mm HB (€4,00) para escrita, 0,3 mm 2B (€4,00) para desenho técnico.

Uma fita correctora KOKUYO Keshipita Mini (€5,00) é mais limpa do que riscar e cabe no estojo.

Destacar sem estragar

O erro clássico de quem estuda é sublinhar metade do caderno, o que equivale a não sublinhar nada.

Duas cores chegam: uma para o que é matéria de exame, outra para o que não percebeu e tem de rever. O KOKUYO Mark+ 2 Way, conjunto de 5 (€15,00) tem duas pontas por marcador e tons suaves que não tapam o texto por baixo.

Estojo

Um estojo é usado várias vezes por dia durante anos, e é onde a diferença entre barato e bom se nota mais depressa. Fechos de correr baratos partem a meio do primeiro período.

O KOKUYO Neo Critz Flat (€27,00) abre e transforma-se em suporte vertical, o que é útil numa mesa pequena. O PENCO Flat Pen Case (€25,00) é mais discreto e entra numa pasta sem criar volume.

Para quem anda sempre com o mesmo caderno, o MIDORI Book Band Pen Case (€16,00) prende-se ao caderno e elimina o problema de esquecer um dos dois.

Para universidade

Muda o volume de escrita, não o tipo de material. Um estudante universitário escreve muito mais e relê muito mais.

Duas alterações que fazem diferença: um caderno com mais páginas, ou vários cadernos temáticos em vez de um só, e um separador permanente como o TRC BRASS Index Plate (€25,00) para saltar directamente para a cadeira certa.

Para quem tira apontamentos em folha solta e depois organiza, um MD Paper Pad A4 (€19,00) mais um KOKUYO BinB BIZRACK (€70,00) para arquivar em casa resolve melhor do que dossiers.

Produtos em destaque

Onde comprar material escolar no Porto

A Araujo & Sobrinho tem material de estudo KOKUYO, MIDORI e PENCO em stock, na loja do Largo de São Domingos 55, na Baixa do Porto. Traga a lista da escola: ajudo a separar o que compensa comprar bem do que deve ser comprado ao mais barato.

Encomendas online para todo o país. Portes grátis a partir de €50.

Material escolar que dura o ano inteiro

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Pessoas Também Perguntam

Onde vale a pena gastar em material escolar?

No caderno principal, no estojo e na lapiseira. Se o objecto anda emprestado pela turma, compre barato. Se fica sempre com a mesma pessoa, compre bem.

Que caderno para apontamentos?

Um A5 dot grid com muitas páginas. O KOKUYO Soft Ring A5 (€12,00) dobra completamente para trás, o que ajuda em mesas apertadas.

Lapiseira ou esferográfica em aula?

Lapiseira. Apaga-se, não falha, e não obriga a riscar quando se engana a meio de um apontamento.

Quantos marcadores usar a estudar?

Dois. Um para matéria de exame, outro para o que não percebeu e tem de rever. Sublinhar metade do caderno equivale a não sublinhar nada.

Perguntas Frequentes

Onde vale a pena gastar mais em material escolar?

No caderno principal de apontamentos, no estojo, na lapiseira e na tesoura de casa, porque são objectos usados todos os dias durante anos. Compre barato o que é consumível ou vai andar emprestado: cadernos de rascunho, canetas emprestadas à turma, blocos de exercícios.

Que caderno escolher para tirar apontamentos?

Um A5 dot grid com muitas páginas, papel que não sangre e formato que funcione numa mesa apertada. O KOKUYO Soft Ring A5 (€12,00) tem espiral macia que deixa dobrar o caderno completamente para trás. Para caderno cosido, o MD A5 quadriculado (€18,00) com capa transparente aguenta o ano inteiro na mochila.

Lapiseira ou esferográfica para aulas?

Lapiseira, para apontamentos rápidos: apaga-se, não falha a meio, e não obriga a riscar. A 0,5 mm é a escolha por defeito. Para quem escreve com pressão e parte minas constantemente, a 0,9 mm resolve o problema. Minas de reserva são obrigatórias.

Quantos marcadores usar para estudar?

Dois chegam: um para matéria de exame e outro para o que não percebeu e tem de rever. O erro clássico é sublinhar metade do caderno, o que equivale a não sublinhar nada. Prefira tons suaves, que não tapam o texto por baixo.

Referências

Sobre o autor

Miguel Araújo nasceu há 59 anos no edifício da Araujo & Sobrinho, no Porto. Quinta geração de uma das papelarias mais antigas do mundo sempre na mesma família, está há mais de duas décadas à frente da loja e percorre feiras de velharias ao fim de semana à procura de canetas raras e peças de escrita vintage.