Que Caderno Para Cada Uso
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Que Caderno Para Cada Uso

Qual é o melhor caderno é uma pergunta sem resposta. Onde vai escrever, com que caneta e com que frequência reduz a escolha a duas opções.

Neste artigo

"Qual é o melhor caderno?" é uma pergunta sem resposta, e digo isso a toda a gente que ma faz.

A pergunta útil é outra: onde vai escrever, com que caneta, e com que frequência. Respondidas essas três, o caderno certo reduz-se a duas ou três opções e a escolha faz-se em minutos.

Este guia está organizado por situação, não por marca.

O que vai encontrar neste artigo
  • O caderno certo para estudo, trabalho, viagem e desenho
  • Porque é que o formato importa mais do que a marca
  • Quando faz sentido um sistema modular em vez de um caderno
  • Opções dos €12 aos €37

As três perguntas

Onde vai escrever? À mesa aceita A5 ou maior. De pé, em transportes ou em café, precisa de A6 ou B6 Slim. Escrever num A5 sem apoio é desconfortável e é a razão pela qual muitos cadernos grandes ficam em casa.

Com que caneta? Tinta permanente exige papel que não sangre. Esferográfica e lápis aceitam quase tudo. Marcadores precisam de papel mais espesso ou de escrever só de um lado.

Com que frequência? Escrita diária gasta um caderno de 64 páginas em dois meses. Se não quer estar sempre a trocar, precisa de mais páginas ou de papel mais fino.

Para estudo

Requisitos: muitas páginas, capacidade de misturar texto com esquemas, e resistência a andar numa mochila todos os dias.

O KOKUYO Soft Ring A5 Dot Grid (€12,00) é a escolha mais prática: a espiral macia deixa dobrar completamente para trás, o que resolve escrever numa mesa de anfiteatro apertada, e o dot grid serve texto e diagramas.

Se prefere caderno cosido, o MD Notebook A5 quadriculado (€18,00) com a capa transparente (€6,00) aguenta o uso diário sem cantos dobrados.

Para trabalho

Requisitos: aspecto apresentável em reunião, espaço para notas longas, e idealmente agenda no mesmo objecto.

Aqui o sistema Traveler's Notebook faz mais sentido do que um caderno solto. A capa em couro tem presença, e o refill 018 semanal vertical (€14,00) mais um 001 pautado (€6,00) resolvem agenda e notas numa peça só.

Se prefere algo mais discreto, o MD Notebook B6 Slim (€15,00) cabe ao lado de um portátil sem ocupar mesa.

Para viagem

Requisitos: caber no bolso, aguentar maus tratos, e ter onde guardar bilhetes e recibos.

O Traveler's Notebook Passport (€58,00) foi desenhado exactamente para isto. Com o refill 004 bolso com fecho (€7,00), o papel e o que não é papel viajam juntos.

Alternativa mais barata: um MD Notebook A6 liso (€13,00), que cabe em qualquer bolso e aceita colagens.

Para desenho

Requisitos: papel com textura, gramagem que aguente pressão e alguma água, e formato que abra plano.

O MD Paper Pad A4 Cotton (€20,00) tem fibra de algodão e aguenta aguarela leve. Sendo bloco de folha solta, resolve o problema de desenhar só de um lado.

Para esboço rápido em viagem, o refill 012 papel de desenho (€7,00) entra num Traveler's Notebook ao lado de um refill de escrita.

Para diário

Requisitos: páginas suficientes para um ano e um formato que convide a voltar.

O MD Notebook Journal A5 Codex (€37,00) tem 368 páginas e cobre o ano inteiro num volume só. É a opção certa para quem já sabe que vai escrever todos os dias.

Para quem está a começar, um MD Notebook A5 pautado (€18,00) é menos compromisso e mais fácil de encher.

Sistema modular ou caderno solto Um caderno solto é mais barato e mais simples. Um sistema modular como o Traveler's Notebook só compensa se precisar de duas coisas ao mesmo tempo, tipicamente agenda mais notas, ou se quiser guardar papéis que não escreveu. Se só precisa de escrever, um caderno chega e sai mais barato.

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Onde escolher em Portugal

A Araujo & Sobrinho tem mais de 90 referências de cadernos MD e a linha TRAVELER'S completa, na loja do Largo de São Domingos 55 no Porto. Diga-me onde vai escrever e com que caneta e reduzimos a escolha a duas opções em minutos.

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Pessoas Também Perguntam

Qual é o melhor caderno?

Depende de onde vai escrever, com que caneta e com que frequência. Respondidas essas três, a escolha reduz-se a duas ou três opções.

Que caderno para estudar?

Um A5 dot grid com muitas páginas. O KOKUYO Soft Ring A5 (€12,00) dobra completamente para trás, o que ajuda em mesas apertadas.

Que caderno para viagem?

Formato de bolso e sítio para bilhetes. O Traveler's Notebook Passport (€58,00) com refill de bolso, ou um MD A6 (€13,00) como alternativa barata.

Vale a pena um sistema modular?

Só se precisar de duas coisas ao mesmo tempo, tipicamente agenda mais notas. Se só precisa de escrever, um caderno solto sai mais barato.

Perguntas Frequentes

Qual é o melhor caderno?

Não há uma resposta única. A pergunta útil é: onde vai escrever, com que caneta e com que frequência. À mesa aceita A5 ou maior, de pé ou em transportes precisa de A6 ou B6 Slim. Tinta permanente exige papel que não sangre. Escrita diária gasta um caderno de 64 páginas em dois meses.

Que caderno escolher para estudar?

Um A5 dot grid com muitas páginas, que sirva para texto e diagramas. O KOKUYO Soft Ring A5 (€12,00) tem espiral macia que deixa dobrar o caderno completamente para trás, útil em mesas de anfiteatro apertadas. Se prefere caderno cosido, o MD A5 quadriculado (€18,00) com capa transparente aguenta o uso diário.

Que caderno levar em viagem?

Um formato de bolso com sítio para guardar bilhetes e recibos. O Traveler's Notebook Passport (€58,00) com o refill 004 bolso com fecho (€7,00) foi desenhado exactamente para isso. Como alternativa mais barata, um MD Notebook A6 liso (€13,00) cabe em qualquer bolso e aceita colagens.

Vale a pena um sistema modular em vez de um caderno?

Só compensa se precisar de duas coisas ao mesmo tempo, tipicamente agenda mais notas, ou se quiser guardar papéis que não escreveu. Se só precisa de escrever, um caderno solto é mais simples e sai mais barato.

Referências

Sobre o autor

Miguel Araújo nasceu há 59 anos no edifício da Araujo & Sobrinho, no Porto. Quinta geração de uma das papelarias mais antigas do mundo sempre na mesma família, está há mais de duas décadas à frente da loja e percorre feiras de velharias ao fim de semana à procura de canetas raras e peças de escrita vintage.